faixas brancas passam sob meu corpo
como o tempo em que espero
por mudanças que não chegam
um relógio que não para
algumas brisas de aconchego,
temporárias.
um trânsito
entre o que sou
onde estou
e do porquê:
aquela violência que marginaliza
meus sentidos,
meu peito,
minha alma
meu ímpeto jeito
de quem não se importa,
mas está morrendo.
não quero levantar.
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